A Fundação Eco+, consultoria e centro de pesquisa em Sustentabilidade para América do Sul, recebeu o reconhecimento internacional de um dos principais fóruns mundiais de sustentabilidade e Avaliação de Ciclo de Vida, o congresso Life Cycle Management, que teve sua 11ª edição realizada mês passado em Lille, na França.

Com foco em mensuração, a instituição orienta negócios e empresas a implementarem estratégias de sustentabilidade com a medição de impactos de produtos e processos, gestão de capital natural e apoio à estratégia e governança de sustentabilidade. Ela é mantida desde 2005 pela BASF e também contribui com o desenvolvimento das estratégias de sustentabilidade da multinacional alemã na América do Sul.

A instituição foi reconhecida pelos resultados do programa “Demarchi&Jaboatão+Ecoeficientes”, desenvolvido nas duas unidades produtivas de tintas decorativas e automotivas da BASF no Brasil. A iniciativa tem como objetivo maximizar a produção sem aumentar a quantidade de recursos naturais utilizados, como água e matérias-primas – e, muitas das vezes, até reduzir esse consumo. Os cálculos realizados pela Fundação Eco+ contribuíram para que as fábricas pudessem compreender o estágio de sua produção sustentável, para implementar melhorias.

“Calculamos a quantidade de impactos ambientais e econômicos para a produção de 1 tonelada de tinta, considerando desde a chegada das matérias-primas à produção, até quando a tinta está pronta para sair da fábrica”, explica Rebeca Venâncio, uma das especialistas em Sustentabilidade Aplicada da Fundação Eco+.

O “Demarchi&Jaboatão+Ecoeficientes” também tem como objetivo promover um programa de embaixadores, formado por colaboradores de diversas áreas e especialidades, com foco na disseminação do conhecimento em sustentabilidade de forma transversal nas plantas produtivas, fomentando ações e projetos que contribuam com melhores práticas e na implementação de uma gestão cada vez mais ecoeficiente.

Internacionalização da marca

Ao completar 18 anos de atuação no mercado brasileiro, a Fundação Eco+ expandiu suas atividades para toda a América do Sul. Segundo a entidade, a partida para o mercado internacional traz consigo a possibilidade de compreender novas abordagens em sustentabilidade para desafios que envolvem a adaptação a diferentes culturas, regulamentações e concorrências. E o contrário também se aplica, ao compartilhar de soluções desenvolvidas no Brasil com os outros países da região.

 

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