Chegou ao estado do Rio Grande do Norte, no domingo (17), o navio-sonda da Petrobras que ficará responsável pela perfuração do poço de Pitu Oeste, na Margem Equatorial. A embarcação saiu do Rio de Janeiro no dia 6 de dezembro e começará a operar ainda este mês na concessão BM-POT-17. A licença para perfuração de poços exploratórios, em águas profundas da Bacia Potiguar, foi dada pelo IBAMA, em outubro de 2023.

O primeiro poço será perfurado a 52 km da costa. Com a pesquisa exploratória, a companhia pretende obter mais informações geológicas da área para avaliar a viabilidade econômica e a extensão da descoberta de petróleo realizada em 2013 no poço de Pitu. Não há produção de petróleo nessa fase.

“Esse é um grande momento para a Petrobras. Estamos confiantes no potencial dessa faixa do litoral brasileiro, muito promissora e fundamental para garantirmos a segurança energética do país. Vamos fazer com toda a segurança, seriedade e transparência que priorizamos em todos os nossos projetos”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

De acordo com o Plano Estratégico 2024-2028 da companhia, serão investidos US$ 3,1 bilhões em atividades exploratórias na Margem Equatorial. No âmbito da mesma licença ambiental, a Petrobras planeja perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, a 79km da costa do estado do Rio Grande do Norte e próximo ao poço Pitu Oeste.

Pitu Oeste será o terceiro poço da concessão BM-POT-17 e a previsão é de que a sua perfuração dure de 3 a 5 meses. O último poço dessa concessão foi perfurado em 2015. A sonda contratada pela Petrobras estava na Baía de Guanabara para limpeza de casco e abastecimento.

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