Em 2023, o Brasil registrou o maior crescimento anual da sua matriz elétrica desde o início das medições pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) – foram 10.324,2 MW. E, para 2024, a previsão também é positiva: ampliação em 10.106 megawatts (MW).

Em janeiro, o incremento verificado foi de 621,56 MW, sendo 422,20 MW provenientes de fonte eólica, 198,12 MW de centrais fotovoltaicas e 1,24 MW de pequenas centrais hidrelétricas.

Seis estados tiveram empreendimentos liberados para operação comercial no primeiro mês de 2024, nas regiões Nordeste e Sul. Os destaques, em ordem decrescente, foram o Rio Grande do Norte (368,10 MW), o Ceará (150,00 MW) e o Piauí (48,12 MW).

Além disso, o Brasil somou 198.979,8 MW de potência fiscalizada, de acordo com dados do Sistema de Informações de Geração (SIGA) da ANEEL, atualizado diariamente com dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção, sendo 84,17% considerados renováveis.

Painel reúne dados da matriz elétrica brasileira

Em janeiro, a Agência inaugurou em seu Portal de Relatórios Abertos (PARA) a atualização do painel RALIE, que reúne informações sobre a expansão da oferta de geração de energia elétrica. Com formato mais intuitivo, a ferramenta amplia o acesso aos dados de fiscalização de novas usinas em implantação e facilita o acompanhamento da expansão da oferta de geração de acordo com o ano, a região e tipo de fonte de energia, entre outros filtros.

As informações são atualizadas mensalmente baseadas nas inspeções in loco nas obras das centrais geradoras e nos dados disponibilizados no Relatório de Acompanhamento de Empreendimentos de Geração de Energia Elétrica (Rapeel), que conta com a contribuição das empresas fiscalizadas.

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